terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Viseu Primeiro

Quando é que Viseu, a exemplo do Porto, também engrossa a voz? Isto é tudo muito bonito, mas acabamos sempre a ver os comboios passar. Não há propaganda que mude a realidade.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

sábado, 18 de janeiro de 2014

Adriano Moreira em Viseu!

(Foto: Vereadora Rosa Monteiro)
 
«"A comunidade de afectos" contra a destruição da solidariedade e do país!»

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

É a oposição

O Olho de Gato alerta que não temos grande oposição. O Olho de Gato tem razão. Depois de "Os desertores" arriscamos ter uma oposição que ficará conhecida como "Os abstencionistas". Tudo grandes nomes para bandas de panque-roque mas mau serviço público. Ah, desta vez não temos Miguel Ginestal para deitar as culpas!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

O acaso


Gosto do acaso. Sobretudo se o acaso me permite encontrar um desconhecido rosto feminino, em corpo gentilmente vestido de azul, numa manhã de Sábado, na Alberto Sampaio, e o reencontrar, já num jogo de cores intenso, numa noite de Domingo à porta de uma sala de cinema semi-vazia.

Segunda



Cantar os mortos porque as elegias são para meninos.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Oposição

Como sempre, a demitir-se das suas funções.


PS: Este post esteve para se chamar "Mas porque é que votamos em quem sistemáticamente se abstem?"

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

No PS nada muda


Rosa Monteiro, vereadora do PS, publicou (sem qualquer comentário) esta reflexão, bastante competente, da autoria de Pedro Baila Antunes. Relativamente à Estratégia Viseu Primeiro, não é difícil a alguém na plena posse das suas faculdades, mesmo que vereador, concordar com o autor em diversos pontos da sua abordagem. Estranho é que a vereadora, estando presente na reunião em que o documento foi discutido, não tenha colocado nenhuma questão, tendo optado por se abster na hora da votação. A abstenção, à excepção de situações de ordem moral ou de um elevado grau de complexidade, não deixa de ser um aval, mesmo que envergonhado, à proposta apresentada. De uma oposição interventiva, não se espera que vote contra ou a favor de tudo sem o mínimo de critério, apenas se deseja um pouco de bom senso e que assuma as suas posições, os eleitores agradecem.