Rosa Monteiro, vereadora do PS, publicou (sem qualquer comentário) esta reflexão, bastante competente, da autoria de Pedro Baila Antunes. Relativamente à Estratégia Viseu Primeiro, não é difícil a alguém na plena posse das suas faculdades, mesmo que vereador, concordar com o autor em diversos pontos da sua abordagem. Estranho é que a vereadora, estando presente na reunião em que o documento foi discutido, não tenha colocado nenhuma questão, tendo optado por se abster na hora da votação. A abstenção, à excepção de situações de ordem moral ou de um elevado grau de complexidade, não deixa de ser um aval, mesmo que envergonhado, à proposta apresentada. De uma oposição interventiva, não se espera que vote contra ou a favor de tudo sem o mínimo de critério, apenas se deseja um pouco de bom senso e que assuma as suas posições, os eleitores agradecem.
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
domingo, 15 de dezembro de 2013
Domingo de Blues
Este Domingo tem Robert Johnson, o Diabo, o pastor King, a menina Montana e Cyrus a boiar numa piscina em Toluca Lake.
Vinha nas escrituras
E então, pegaram no chicote da palavra e começam a verberar a hipocrisia e a chicotear a opressão dos mal-intencionados e dos instalados no mal.
sábado, 14 de dezembro de 2013
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Wake up and smell the coffin
Os partidos não são atractivos, há novas formas de expressão no campo político e esta cidade não é para novos. Obviamente, a Graça não é velha nem do Restelo.
Ps: Este post é uma (in)directa com mira nos queixos dos jotas.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Da Tribuna [Rua Direita]
Repare, caro leitor, nunca fui
apanhado a trautear o Frère Jacques ou a ouvir o Aznavour, mas aprendi a ler
com os franceses, mais concretamente com Proust. Perdoem a hipérbole, pois já
sabia ler e escrever, mas foi um pequeno ensaio de Proust, sobre leitura, que
me cativou definitivamente para o vício. Um vício bem melhor que Gauloises. Quanto
ao resto, os franceses sempre me pareceram uma espécie de espanhóis mas conhecedores
de queijo, que sendo mais competentes na difícil arte do amor obviamente usam a
língua para beijar; o seu território apenas existe para que Alemães e Ingleses
possam resolver, até ao último morteiro, os excessos do seu imperialismo.
O que mais me afasta de França é
a falta de testosterona, excepto para o amor. Até o socialismo gaulês parece
mole [a culpa não será apenas de Hollande ou dos croissants], provavelmente
esta tibieza surge como contraponto ao socialismo real, que deixou traumas mais
à esquerda e mais a leste, o que, de certa maneira, não deixa de revelar uma
atitude prudente.
Do ponto de vista do século XXI considero
a Revolução Industrial, o Abril de 74 e a Revolução Sexual [a segunda claro] incomensuravelmente
mais importantes, para a vida portuguesa, do que a Revolução Francesa [NB: cabeças
rolantes não resolvem problemas, excepto de ordem demográfica]. Dos anos 50, do
século XX, em diante a principal vitória diplomática dos franceses, mais do que
a Linda de Suza, terá sido a nacionalização de Carla Bruni, o que não sendo
equiparável a uma vitória em Dunquerque não deixa de ser um feito assinalável.
Mas, voltemos a Camus, sobre
este, Mexia escreveu, "Defendia a
liberdade de consciência e a "boa-fé", convicções fatais para quem
está em política, domínio dos dogmatismos e da má-fé organizada". Ora
é o exemplo de Camus, um socialista francês, que não vejo entre os socialistas
nossos conterrâneos, que sofrem da mesma falta de fibra dos restantes camaradas
franceses. Entre nós, apenas sobrevive o dogmatismo com que que é feita a
discussão politica, bem como a má-fé dos caciques que permite antever os resultados
eleitorais do socialismo local, votações na ordem de dois votos para um,
invariavelmente, a favor do status quo.
Por isso caros socialistas, tendo
em conta que a tibieza faz parte da vossa escola política, fiquem com os
franceses que mais vos agradarem, mas deixem o Camus e a Bruni de fora.
In: Rua Direita
sábado, 7 de dezembro de 2013
Estetoscópio
Meu caro Olho de Gato, os partidos políticos vivem de acordo com a máxima: "Não reconhecer o mérito". A República até pode rebentar, mas viver num estado de coma induzido, de alguma forma, parece satisfazer o caciquismo. Por tanto, do mesmo modo que não fico surpreendido com o seu voto no Alexandre, também não ficarei surpreendido com o resultado deste Sábado. Tudo está bem quando acaba mal, já dizia o pessimista.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
PS
Mais do que um PS de uns quantos -os mesmos de sempre- ou de um PS para alguns -os suspeitos do costume-, existe a necessidade de um PS com todos. Em última análise, ganha a cidade, ganhamos todos mesmo os não-socialistas.
sábado, 30 de novembro de 2013
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