O VSB anda muito parado. O que é mau para Viseu. O VSB encostou um pouco à campanha do CDS. O que é mau para Viseu. O Fernando responde a tonterias sem nome. O que é mau para ele. A Tribuna anda sem pachorra para isto. O que é bom para Viseu e para o doutor Junqueiro, sendo mau para o Guilherme e indiferente para a simpática Santana.
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Da Tribuna [Jornal do Centro]
1.
Militantes de Pavlov: Perdemos algum tempo a discutir a
evidência de Passos Coelho e José Seguro serem as duas faces da mesma moeda.
Tal facto, além do modesto entretenimento televisivo que proporciona, não seria
necessariamente mau caso o valor facial da moeda fosse superior ao valor das jotas
onde estes se fizeram “políticos” –
atenção, as aspas estão aqui por algum motivo. A crise, exceptuando as causas
internacionais, passa em grande medida pela partidocracia que se substituiu à democracia
desejada e que choca de frente com a qualidade das lideranças políticas. Sim, é
verdade que os actuais líderes partidários, através da sua acção, não conseguem
acrescentar qualquer valor- uma expressão em economês, que esta gente tanto
preza- à causa pública. Não haja dúvidas neste momento o resultado é de soma zero.
Alguns dirão que já não existem estadistas – uma espécie que por cá deu sinais
de vida entre 74 e 86-, no entanto o panorama é mais negro. Já não há grandes
ou médios políticos, sobram os pequenos. Este problema é reflectido na vida
local, sem qualquer tipo de distorção, antes pelo contrário, é ampliado, aos
olhos do cidadão, tanto devido aos efeitos da proximidade como às fragilidades,
mais profundas, dos aprendizes de feiticeiro. Quantos de nós não conhecem um
ex-jota que construiu a vida na sombra do partido? Um outro que subiu na
estrutura e a partir daí foi ganhando concursos sem ninguém perceber muito bem
como? Aquele outro que, sem distinguir o partido do estado ou ideologia de
sound bite, chega a líder? A quantos não foi dito, sê meu aliado, assina a ficha,
estuda Direito e nós cá estaremos para te “apoiar”? Exemplos desta natureza
sobejam. Os jovens, que se fizeram dentro do partido, invariavelmente têm as
mesmas preocupações – algo redutoras, que representam o pensamento mínimo que os
acompanha ao longo da vida-: Qual o grupo que melhor salvaguarda a minha
posição; Quem devo defender, quem devo atacar e em que altura; Qual o timing
para avançar, qual o tempo para fazer de morto; a quem agradar, com quem
discordar? Também existe um outro lado, este bastante mais raro. Este lado,
muito provavelmente, aos 16 leu Nietzche, aos 20 passou algum tempo com Larkin,
e até pode ter algum interesse na Política – aqui sempre com P maiúsculo-; até
pode entrar nas estruturas mas rapidamente entendem que as leituras não lhes
falharam e, das duas uma, ou são vítimas dos interesses instalados ou se
auto-excluem, conformados com aquilo que já sabiam sobre natureza humana. Meus
caros, até bater no fundo não há nada a fazer.
2.
Viver Viseu: Os Jardins Efémeros trazem a Viseu a
brisa fresca da modernidade, como a modernidade é baseada na iluminação, são
eles que por uma semana iluminam o centro histórico. Viseu, fruto da iniciativa
privada, parece querer destacar-se das restantes cidades de média dimensão,
cidades onde invariavelmente se peca por falta de uma dinâmica própria, fruto
do principal atavismo luso – escassez de massa crítica. A cidade, paulatinamente,
faz a transição de mera consumidora a produtora de eventos. Ao público, que percorreu
o centro histórico, foi proporcionada segurança aliada a um certo grau de excitação
pré-estival; uma programação sólida e variada, composta por sofisticados espectáculos
pós-pop. Tudo muito contemporâneo, como só através da arte é possível ser. Dos
Jardins, que alargaram o leque da oferta cultural, espera-se que cresçam e
mantenham o espírito indie que a política local, fruto da mais pura ignorância,
procura institucionalizar à força. Que a cidade-fantasma, dos últimos anos, passe
a memória-fantasma.
In: Jornal do Centro
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Guilherme
Alguém veio aqui parar através da pesquisa: Guilherme + plágio + Viseu. Enganou-se na porta, amigo. Nesta matéria estou como em Fátima (1917). Vi, mas ainda não acredito.
Qualquer dia está no Fontelo
Não chega, ao Fernando, andar na politiquice agora até comenta bola....
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Deslimitação
De repente dei por mim a pensar na deslimitação de mandatos. Ainda não é um volta Ruas estás perdoado, mas é quase e ainda a missa vai no adro.
Guilherme
Não concordo com o Fernando. Este é o momento de deixar as questões menores para trás. Um executivo sem o Guilherme será sempre uma seca.
domingo, 4 de agosto de 2013
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