1) No dia da separação de águas nem Alves será deputado, nem eu escreverei às 3h30.
2) E agora? Quantas meninas gritam de medo?
3) Manuel Tiago é menino para suspender a democracia à chapada.
4) Uma estátua não é um tríptico o Afonso agradece!
5) Declarações fofinhas.
6) Um brinde à Sandra e Jazz, muito Jazz.
7) Mexi as orelhas e contorci as entranhas.
8) Enquanto a guerra à direita alastra, Junqueiro trabalha o centrão é aí que se ganham eleições.
9) A propósito de massagens: "Toda a gente sabe como começam, mas ninguém sabe como acabam".
PS: Estou de saída para um casamento. Não leiam tudo de uma vez, isto tem de durar uns dias.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Última hora
"Foi alterada, à última hora, a lista do PSD candidata à União das Freguesias da Cidade de Viseu" Respeitosamente, o Alexandre e o Jorge tiram o chapéu.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Ainda Carrilho
M. M. Carrilho
A "Malha do Carrilho" foi ligeira, bastante ficou por enunciar.
Em termos quantitativos, numa perspectiva comparada, nesta III República houve menos ministros da cultura do que ministros da agricultura. Este facto poderá significar alguma estabilidade em termos de políticas culturais, mas a realidade é que esta aparente estabilidade de pouco nos serviu -apenas perpetuou alguma inércia e bastante falta de visão.
Em termos quantitativos, numa perspectiva comparada, nesta III República houve menos ministros da cultura do que ministros da agricultura. Este facto poderá significar alguma estabilidade em termos de políticas culturais, mas a realidade é que esta aparente estabilidade de pouco nos serviu -apenas perpetuou alguma inércia e bastante falta de visão.
Em termos qualitativos, se por um lado tivemos gente ilustre como Lucas Pires e Sottomayor Cardia, a presidir ao nosso destino cultural, por outro lado tivemos João de Deus Pinheiro ou Augusto Santos Silva. Neste quadro, estar entre os melhores não será tarefa complicada ou servirá como prova de qualquer tipo de capacidade excepcional.
A Rede de Leitura faz o ponto da ideia que procuro transmitir. Desenvolvemos uma Rede de Leitura sobre um povo que pura e simples está-se nas tintas para livros ou qualquer tipo de leitura que implique o mínimo de esforço intelectual. Temos o telhado, mas não temos fundações.
O Meu Dilema
Compreendo a sua preocupação e estou atento aos programas, mas a verdade é que o meu campo de voto não se encontra limitado entre Almeida Henriques - se não vejo grande cisma em fazer de Viseu Avinhão, acredito que em primeiro lugar temos de potenciar os Jardins Efémeros- ou Hélder Amaral- é imperioso criar um ponto de encontro e de trabalho comum ou continuamos na desorganização habitual e a consumir recursos sem resultados práticos. Sempre considerei a possibilidade de votar branco, nulo ou mesmo a abstenção.
O Desafio
Podemos e devemos discutir a Cultura local nas suas diversas dimensões -económica, cultural e política-, até Setembro. Um debate moderado, pela simpática Ana Paula Santana -em jeito de despedida-, no Lugar do Capitão, com os três programas - CDS, PSD, PS- à frente, seria positivo.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
No complaints
"No complaints
But it´s overrated, that´s for sure
Take a bus back
From Little Rock, Arkansas
Or Modesto
That's where my dog comes from."
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Da Tribuna (Jornal do Centro)
A Cultura, nas suas
diversas formas, parece ser o tema transversal a esta pré-campanha autárquica.
Não há programa, evento, declaração ou mesmo interjeição que não passe por
juras de amor eterno à nova modinha. Esta é uma situação que revela que a
cultura na cidade está a ganhar uma dinâmica social à qual o actual executivo
não conseguiu dar resposta conveniente. Se por um lado os sociais-democratas
apresentam Dalila Rodrigues como cabeça de cartaz, por outro lado os
Socialistas apresentam Manuel Maria Carrilho como “O Ministro da Cultura”, no
meio disto a simpática Ana Paula Santana será sempre o elo mais fraco.
Usando um critério
bastante benevolente, os socialistas, tornaram-se mestres a “vender” Carrilho
como o melhor Ministro da Cultura que este país já conheceu. Num dia ameno até
podemos dar isso de barato. A realidade é que não tivemos muitos Ministros da Cultura
e ser o melhor não significa necessariamente ser excelente, bom ou mesmo
razoável, dependerá sempre do termo de comparação. A governação de Carrilho, no
seguimento de Santana Lopes, a exemplo dos países europeus mais dirigistas em
termos culturais, institucionalizou o modelo Malraux-Lang em detrimento do
modelo anglo-saxónico; para Pacheco Pereira a diferença essencial entre
Carrilho e Santana [o Pedro, nunca a Ana Paula] é de classe social, pois se um
apoiava a "vanguarda" outro apoiava a "rectaguarda". O modelo
Malraux-Lang, tão querido ao centrão, assenta na política de grandes obras físicas
–betão em bom português- e em grandes
doses de subsídios ou apoios estatais como instrumento de combate à cultura
pop-mainstream/subsídio-independente norte-americana, este modelo que conduziu
à excepção cultural francesa, volta e meia ainda tem a capacidade de nos brindar
com secas monumentais. Grosso modo financiar activamente foi o “Modelo Carrilho”.
Em que se traduziu isto? Numa série de programas tais como a “Rede
de Teatros Históricos”,
“Rede Nacional de Teatros e Cineteatros” e a “Rede Municipal de Espaços Culturais”;
desenvolvidos numa óptica de perpetuar o regime através da obra física. Tendo o
Ministério da Cultura assumido compromissos para
os quais não tinha capacidade de financiamento a
médio-longo prazo, como entretanto a Troika fez questão de provar. Muitos
destes programas foram implementados sem qualquer tipo de referências sobre as práticas
culturais locais; sem que tenham sido desenvolvidos
conteúdos programáticos específicos para cada localidade; sem estudos
sobre a viabilidade dos equipamentos; sem uma estratégia cultural para o
território quer do ponto de vista do público como dos artistas. Chegados à
segunda década deste século, das setenta salas da rede de cineteatros apenas
sete cumpriam as exigências para ter acesso às verbas do QREN -ter cento e
cinquenta eventos programados e cinco mil espectadores. Estamos, portanto, perante
uma política que operou uma verdadeira revolução ao nível do
edificado, mas que em pouco contribuiu para o desenvolvimento
de práticas culturais, das artes e do espectáculo ou mesmo para
uma educação social para a cultura. Tratou-se, antes de mais, de responder
a uma execução orçamental – ao gosto de Bruxelas-, sem qualquer
tipo de consequência no campo das ideias, do que de uma verdadeira
política pública para a cultura. Este é o legado de Carrilho, “o melhor
Ministro da Cultura”, numa terra em que ainda se confunde o construtor civil –
o cavalheiro que constrói o Teatro- com o programador cultural – o cavalheiro
que dá vida ao Teatro.
In: Jornal do Centro
terça-feira, 9 de julho de 2013
Uma questão de higiene III
Na sede do Viseu Primeiro parece não haver água: "Caro Jorge [Sobrado], sei que vai continuar a apoiar a candidatura Viseu Primeiro, com mais entusiasmo do que nunca..."
Uma questão de higiene
Na política, tal como no sexo com "gente importante", no fim convém lavar as mãos.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Quem é o Sobrado?
Vamos ver se percebi: O Sobrado garante que não está; o Alves - ainda alguém espera
milagres do Alves?- garante que o Sobrado está; o Almeida diz que o Sobrado volta e meia está. Só não explicam é com o dinheiro de quem é que o Sobrado esteve para estar.
domingo, 7 de julho de 2013
Ruas Rules
Esta imagem encerra uma certa inocência panque-roque irrepetível. O próximo autarca nem canonizado fará esquecer este. Espero que Ruas se junte à malta e abra um blog indie - Farminhão, Senhora dos Arrabaldes.
sexta-feira, 5 de julho de 2013
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Cooltura
"A criação e a cultura precisam de uma ecologia livre, não directiva, que atraia talento,actividade económica e turismo." Uma ecologia livre, isto vem no P. Singer, caro Olho de Gato?
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