quinta-feira, 4 de julho de 2013
Cooltura
"A criação e a cultura precisam de uma ecologia livre, não directiva, que atraia talento,actividade económica e turismo." Uma ecologia livre, isto vem no P. Singer, caro Olho de Gato?
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Enquanto o Ginestal esfrega um olho
José Junqueiro pergunta: - "E agora?"
Eu respondo: - " Agora, o lugar de deputado ardeu!"
Eu respondo: - " Agora, o lugar de deputado ardeu!"
sexta-feira, 28 de junho de 2013
José Junqueiro
Ao contrário do Indo Eu, não encontro aqui um pingo de demagogia. Já ao nível do sound bite, estamos num registo estratosférico.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Da Tribuna (Jornal do Centro)
1.
Medalhas que não se usam ao peito: Caro leitor confesso que tenho um
sonho recorrente. Este sonho começa invariavelmente numa manhã de nevoeiro. Eu
durmo profundamente até que por volta das 11h, segundo o relógio de cuco, a
campainha começa a tocar freneticamente. Passam cinco minutos, eu rebolo para a
esquerda, rebolo para a direita, passam dez minutos e acordo do meu sono de
beleza. Visto o robe, calço os chinelos, faço sinal ao mordomo para servir um
Gin Tónico, dou uma vista de olhos no pasquim local, a campainha teima em não
dar tréguas. Com a calma natural aos cavalheiros acendo o cachimbo, desço a
longa escadaria em mármore rosa, ao fundo o valete abre a porta. Do outro lado,
dou de caras com um Lord inglês, gente de classe, que me vem condecorar por
serviços (indefinidos) prestados à pátria. Coisa de gente graúda! Não há tempo
a perder, a cerimónia é realizada ali mesmo no jardim, em frente ao cão, entre
o instrutor de equitação e as pirâmides que mandei vir do Egipto, no público
conto uma centena de súbditos. Ouvem-se 12 salvas de canhão, na povoação mais
próxima inicia-se a festa, 24 hora de decadência pós-moderna, com uma caça à
raposa pelo meio. No fim da cerimónia passo o devido cheque, coisa de pouca
monta, algo na ordem das 3.800 libras. Termina o sonho, de volta à realidade. Quem
tem ideias napoleónicas, mesmo que não frequente um psicanalista, pode ser
autarca não deve é usar dinheiros públicos para realizar sonhos privados. Resta
aguardar que toda a polémica, em torno do prémio de “Melhor Cidade” e “Melhor
Autarca”, não passe da vergonha provinciana de ser um mero lapso de tradução e
não um excesso napoleónico de fim de mandato.
2.
Democracia é coisa de cavalheiros: As duas últimas semanas trouxeram o
sal que faltava a uma cidade em claro défice de agitação. Para esta subida de
temperatura política em muito contribuiu o facto de ter sido recusada, ao
CDS-PP, a possibilidade de apresentar a candidatura de Hélder Amaral no Solar do
Dão. Se por um lado a CRVD, entidade gestora do espaço, acedeu ao pedido
centrista, por outro lado, a autarquia, decidida a ganhar a causa na secretaria,
pela mão de Américo Nunes recusou a cedência do espaço. É este o erro original que
desencadeia toda esta celeuma. Hélder Amaral, sem Sun Tzu à mão, optou pela
bomba atómica, ao escolher o Rossio para a apresentação. A entretanto desejada
Praça da República é recusada pela autarquia e a respectiva queixa centrista
seguiu para a Comissão Nacional de Eleições. Neste momento, entra em jogo a
teoria do interesse mútuo [vai daqui um abraço ao Kissinger], a candidatura de
José Junqueiro, plena de oportunidade, endossou o seu apoio às pretensões do
Partido Popular; seguida de perto pelo Bloco de Esquerda; e o eterno
contestatário PCP junta a voz ao coro de protestos; de Almeida Henriques apenas
se ouviu um “Ninguém pode colocar-se acima da lei nem reclamar um estatuto de
excepção.” (!?). Finalmente, a decisão da comissão nacional de eleições dá voto
favorável aos centristas e a partir daí as portas do Rossio, a Praça Tahir da democracia-cristã
local, ficam abertas a qualquer tipo de acção partidária. Se numa primeira instância
os vencedores desta contenda foram Hélder Amaral e a vida democrática, com o
direito de reunião em espaços públicos a ser salvaguardado, numa segunda
instância os derrotados são a autarquia, em toda a linha; a candidatura de
Almeida Henriques, que pressionada faz um comunicado totalmente despropositado;
e de novo o espaço público, pois tendo sido aberta a caixa de Pandora…
3.
Programas Eleitorais: Como o povo bem sabe, os programas
eleitorais não são escritos para serem lidos. Regra geral são documentos
extensos, escritos por gente maquiavélica, num português indecifrável. O que
acaba por não ser mau visto que o seu destino é serem ignorados no pós-eleições.
Como as eleições que se avizinham encerram a hipótese de uma mudança real,
todos nós devíamos fazer o esforço de conhecer os programas apresentados.
Claro, aqueles que relegam a cultura para as páginas dos fundos estão
automaticamente excluídos de qualquer tentativa de leitura.
In: Jornal do Centro
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Programas Eleitorais; Hélder Amaral,
PSD
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Agora digam que é só dizer mal III
Um polidesportivo será sempre pouco. Ruas merece uma Avenida, isso sim seria fofinho.
Agora digam que é só dizer mal II
Quando eu fosse grande queria ser como o Celidónio dos Santos, queria mesmo; mas depois lembro-me do Cerveira Lobo e acho ainda mais fofinho.
terça-feira, 25 de junho de 2013
sexta-feira, 21 de junho de 2013
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Vanity Awards
Depois
disto “EBA’s activities are not a scam and are completely legit – they give people what they pay for” só tenho uma dúvida. A quanto está a Lap Dance em Montreaux?
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