quarta-feira, 6 de março de 2013
Centro Oncológico
Há alturas em que temos de falar todos a uma só voz. Não podemos continuar a perder eternamente por falta de união política.
terça-feira, 5 de março de 2013
segunda-feira, 4 de março de 2013
domingo, 3 de março de 2013
...
"O amor é: ter tanto a dizer-te que as palavras aglomeram-se na boca...
...como mulheres à porta duma mesquita onde houvessem perdido as pantufas"
sábado, 2 de março de 2013
Sábado
"O amor é: ler teus discursos; sobre a fé; razão; imperadores bizantinos; e já nessa altura não perceber nada...
.... mas saber que tu és fantástica"
sexta-feira, 1 de março de 2013
O estranho caso de Guilherme
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
O software não engana
A primeira frase em língua bárbara, prova que Guilherme sabe citar. Está afastada a ideia de plágio.
Marca Viseu, Candidato 2.0, Funicular (JdC)
1. Viseu Marca: Nas últimas semanas foi lançado o
desafio para se criar uma marca que represente e promova a identidade de Viseu.
A resposta mais ajuizada a este pedido muito pós-moderno, surgiu através das
palavras de Dalila Rodrigues: "A
ideia de reduzir um lugar à expressão de uma marca parece corresponder, desde
logo, a um exercício de negação da diversidade e das possibilidades desse lugar".
Não podia estar mais de acordo. O valor intrínseco de cada local afirma-se
constantemente na sua diversidade, na sua capacidade de gerar uma ampla gama de
representações simbólicas e pelas infinitas oportunidades que, esse local, nos
proporciona. Ao catalogar ou reduzir a cidade a um logotipo e/ou a uma
referência, corremos o risco de estreitar as suas fronteiras limitando assim o
seu potencial. A melhor marca Viseu é ela mesmo, Viseu e as suas gentes. A
notoriedade da marca Viseu será o que dela, os eleitores, quiserem fazer no
próximo mês de Outubro. "Vender" cidades não é comparável a vender
gelados. Não desejo viver dentro das fronteiras da marca Viseu, tal como o
Perna de pau vive na marca Olá. Opto por viver numa cidade que marca. Todo
este texto serve para deixar um aviso: caros amigos, não há maior risco de que
se transformar um local num cliché de si próprio.
2. Candidatos de Vinil: Em época de crise, fruir de
uma tarde de ócio sem me cruzar com política não é tarefa fácil. O leitor não
acredita? Sem necessidade de passar recibo, adianto a explicação. Num destes
Sábados, avancei confiante rumo ao café mais próximo de casa, já comodamente
sentado, com jornais a ocuparem a mesa, ouço alguém lançar um definitivo:
"Na política é vira o disco e toca o
mesmo". De repente, sinos tocam na minha cabeça, lanço um olhar de
contestação e comento com os meus botões: “Este
cavalheiro não conhecerá Obama? Nunca ouviu falar de Boris Johnson?”
Rapidamente compreendo o que me separa do orador. Além de 4 mesas, o que nos
separa é o suporte musical. Deixei o leitor confuso? Passo a esclarecer.
O supracitado cidadão será da geração de 50, logo cresceu a ouvir música
em vinil. No seu tempo, a música ouvia-se no lado A e lado B, sendo que não
raras vezes, por erros na gravação, o que se ouvia no lado B era uma repetição
do lado A. A política, de então, aproveitou a moda e "virar o disco e
tocar o mesmo" passou a ser prática comum. Esse modo de viver a política
chegou aos dias de hoje, encontrar divergências de fundo entre o PS e o PSD
tornou-se tarefa apenas acessível aos mais atentos monges enciclopedistas.
Entretanto, a minha geração cresceu num mundo em constante mutação, do CD para
o MP3 até ao Itunes. A nossa experiência musical começa ao ouvir o single de
avanço, caso a amostra satisfaça o gosto, partimos em busca do restante álbum,
sendo que apenas se guardam as músicas que fazem abanar a cabeça; se não agrada
damos uso à tecla delete assunto encerrado, venha o próximo artista. Já a
política, do ponto de vista do novo receptor, também passa por uma análise
crítica constante ao que é dito e ao que é feito. Conteúdo e forma sobre
análise constante, sem piedade na análise ou simpatia na escolha final. O mundo
evoluiu, a carteira começou a queixar-se, a consciência deu sinais de vida, as
novas gerações são mais esclarecidas. Nas próximas eleições autárquicas,
é expectável que as candidaturas entendam essa mudança, mas também
devem ter em conta que uma significativa parte do eleitorado, que votará em
2013, ainda não tinha idade para votar, ou não era nascido, em 1989. Poderá ser
wishful thinking, mas tal como o vinil é uma recordação do passado, procurada
apenas por coleccionadores, o caciquismo e o ruísmo em breve serão artigos de
coleccionador. Políticas de vinil não seduzem a geração 2.0.
3. Política
de Transportes: Confesso que sinto uma certa curiosidade em saber que
propostas nos vão ser apresentadas pelos candidatos autárquicos, de modo a
resolver o “Problema Funicular”. Recapitulemos, este meio de transporte sem
custo para o utilizador, considerado “A obra do regime”, custou aos
contribuintes perto de 5, 2 milhões de euros. Apesar da sua taxa de utilização
reduzida, abaixo dos 15%, os mesmos contribuintes que o pagaram continuam,
todos os anos, a financiar o seu funcionamento e manutenção num valor
provavelmente superior à centena de milhar de euros. Pensar numa privatização
será absurdo, se entendermos estes números de exploração como desastrosos e a
taxa de utilização como ridícula. Além do buraco financeiro, o funicular teve a
capacidade de se transformar num estorvo para a organização da Feira de S.
Mateus, pois é causa de diversos constrangimentos à circulação naquele espaço.
Qualquer candidatura que se queira afirmar como alternativa séria
terá de apresentar uma resposta credível para este problema. Vão
optar por ignorar o elefante na sala da vereação dos transportes?
In: Jornal Centro
In: Jornal Centro
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Pequeno Mundo
"Nu que queres tu
Senão estar roto?
Senão estar roto?
Um mal menor é muito.
...
Nu, que aceitas tu?
Só o acessório.
Trajar-te é esforço inglório.
Trajar-te é esforço inglório.
...
Nu, que número és tu?
Sempre um acima,
A ti nem serve a estima."
Sempre um acima,
A ti nem serve a estima."
Café com
Dia 02 de Março, a JS leva a cabo mais um cafe com... Assegurada a presença de Joaquim Alexandre Rodrigues a aposta já está ganha. Não se deixem enganar pela gravata, tanto a elevação intelectual como o bom gosto, presentes no Olho de Gato, estão garantidos.
PS: Os dois senhores à esquerda na foto, também comparecem.
O Dias da Cunha da Academia
Pedro Osório vem de fora, é o anti-herói por excelência, um tipo fora do sistema. Não ir a votos, para o conselho do IPV, porque a comissão eleitoral responsável pelo processo administrativo chumbou a lista, é de homem. Afinal de contas, Osório é dos nossos.
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