quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Plágio

Na política o plágio está na moda. É como ser hipster, até podes ter o bigode (cargo) mas sem os óculos de massa (plágio) não és ninguém.

Ps: São sempre os tipos dos blogues que descobrem estas coisas.

Aguieira 2000


Segundo um leitor atento, nos esburacados passeios de um bairro da melhor cidade para viver, descansam as pedras que serão lançadas na intifada eleitoral do próximo Outono. Sr. Américo, até lá, prolongue a linha 22, uns 200 metros, até à E.B.1, porque as crianças e seus pais não têm de continuar a ser mártires destes passeios

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Investimento de Mestre

É desonesto, da parte do Viseu Senhora da Beira, criticar este bom investimento público. Toda a cidade sabe que o funicular tem uma taxa de utilização a rondar os 100%, as bicicletas vêem colmatar a falta de lugares disponíveis, reduzindo assim o tempo de espera dos utentes. Não é preciso ser Mestre em Marketing das cidades, para se perceber o retorno imediato que este providencial investimento terá. 

É chegada a hora


Hélder há mais vida para além do Turismo... há trabalho duro pela C.M.V. 

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

O desinteresse como defesa... (Jornal do Centro)


1. O povo é sereno, mas não é estúpido: Na edição anterior, este Jornal do Centro, perguntava: “O que sabe acerca das próximas eleições autárquicas?”. O povo, que num espaço de meia-dúzia de gerações passou de um ódio figadal à fidalguia para um ódio racional ao homem-feito-político, não se coibiu de responder. As respostas variavam apenas no grau de desinformação. O Povo sabia, e bem, que o PSD concorre e, por motivos de confiança, espera que a laranja saia vitoriosa; outro elemento do dito Povo, fiel à providencial desconfiança, não sabia quem serão os contendores mostrando ajuizado descontentamento para com a classe política; houve quem garantisse não ter opinião formada sobre os candidatos a deputados (!?); por último alguém garantia que Ruas irá ganhar. Esta é a única certeza, Ruas apesar de não se candidatar sairá vitorioso e sem derrotas nas urnas. Após uma primeira leitura, para uma cabeça revolucionária, a opção evidente seria encostar os inquiridos à parede e chamar o esquadrão de fuzilamento, mas essa seria a opção mais fácil e a menos racional. Reparem que o erro não é dos entrevistados, a falha no contrato é dos políticos locais. Sim, de toda a classe, poder e oposição. O Povo, gente comum com quem nos cruzamos todos os dias, rege a sua vida de acordo com o conservadorismo prudente de quem tem de lutar para não afundar. Nas downstairs das classes sociais, o quadro não é bonito –aqui não há Matisse que sobreviva, só dá Paula Rego-, não há tempo para grandes reflecções filosóficas, éticas ou morais. A dura realidade é que apenas existe uma minoria absoluta que segue à lupa os acontecimentos da cidade e uma maioria absoluta que simplesmente espera viver o dia-a-dia sem ser incomodada. O povo não se alimenta de constituição ou de ideologia, isso percebe-se das respostas e no trato diário. Para entendermos melhor como sobrevive o fenómeno do Ruísmo uma leitura a “Unpopular Mandate” de Ezra Klein, em The New Yorker, é recomendada. O texto, a certo ponto, reflecte sobre lealdade de grupo. A lógica é simples: determinada pessoa identifica-se com um grupo de modo a simplificar as suas escolhas, a partir desse momento é estabelecida uma relação, quase inquebrável, de lealdade. O eleitor confia que esse grupo tomará sempre a decisão que defende melhor o seu carácter ou interesse. Isto acontece por não termos tempo para estudar tudo o que é importante, com este mecanismo evitamos perder tempo a tecer grandes juízos. A relação é básica: confiamos, delegamos poder, em troca ganhamos tempo para viver. O problema é que os partidos não são actores desinteressados, não nos representam por bondade. Com a actual crise houve uma erosão neste sentimento de lealdade, o eleitor está de pé atrás. Enquanto o CDS e o candidato Junqueiro não perceberem isto, e criarem instrumentos que permitam recuperar alguma da confiança do eleitorado, estão apenas a garantir que perdem as eleições. O PSD tem duas opções: ou opta por uma candidatura Ruas “vintage” – Américo Nunes- e não muda nada ou seguindo o exemplo socialista abre a porta ao emissário de Lisboa – Almeida Henriques-? De qualquer modo, o eleitorado já aprendeu o suficiente sobre os mecanismos internos dos partidos para não ter ilusões sobre a realidade que se esconde por detrás da retórica das grandes escolhas, grandes opções e grandes lideranças. É a intriga política que afasta o povo das urnas e da informação, não o contrário. Contra a teia de interesses o desinteresse é uma defesa.

 2. Viseu online: A blogosfera local está forte, é lida, e recomenda-se. Escrevo após ter ganho, através do blog “A Tribuna de Viseu” a eleição para blogs do ano na categoria de Blog Revelação, e o "VSB" de Fernando Figueiredo saiu vitorioso na categoria de Blog Regional. A restante comunidade é forte, “Olho de Gato”, “Fotos do AJ”, tendo em 2012 aparecido “A Tribuna de Viseu”, “Indo Eu, indo Eu…” e “Forma Farmacêutica Oral”, espaços que acrescentam pluralidade e diversidade ao meio. Ainda faz falta um blog bem escrito por uma senhora e um blog superiormente escrito por um declarado situacionista. Devemos ter em consideração que a importância de um blog não se afirma pelo número de visitas, mas pela qualidade dos textos e artigos desse espaço de opinião. Só com uma sociedade civil forte e interessada teremos uma cidade forte e um poder empenhado
.
3. Viver Viseu: Viseu, segundo a DECO, é a melhor cidade para viver; tem os melhores blogs para ler, segundo o Aventar. Chegará o dia em que terá os melhores candidatos para eleger, segundo os eleitores.

Apesar do bigode


A Tribuna presta homenagem a todos os homens que, apesar do bigode, conseguem condicionar a vida interna dos partidos. 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Pré-Candidatura?




Memórias de Ruas


"Memórias de Adriano tem a forma de uma longa carta dirigida pelo velho imperador, já minado pela doença, ao jovem Marco Aurélio, que deve suceder-lhe no trono de Roma (séc. II .d.C)."

Munido de pena e tinteiro, Fernando Ruas, aventurando-se no desconhecido mundo da literathurra, já começou a escrever uma longa carta dirigida a Américo Nunes. Resta saber se a mensagem chega ao destinatário.