sexta-feira, 30 de novembro de 2012
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
X33 e X33bis
Caro Fernando, a ser verdade, nesse caso, para presidente da assembleia estamos condenados a Mota Faria ou, em alternativa, ao presidente da Distrital do PSD. Face à conjuntura proposta, além dos dois cavalheiros referidos, não vislumbro ninguém mais apto para o exercício de tais funções.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Diversão nocturna
Assumindo que "estabelecimentos de diversão nocturna" é um eufemismo, calculo que as cidadãs brasileiras tenham sido notificadas por não cumprimento do novo acordo ortográfico.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Um ministério para Ruas já!
De forma brilhante Fernando Ruas faz a defesa dos municípios. Estou é admirado (no sentido de estupefacto) por Pedro Passos Coelho ainda não ter aproveitado a dica de mandar gente ao mar. Andam os autarcas a dar pérolas a porcos!
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Comissão política extraordinária
Camaradas (que palavra mais feia!) Socialistas. Como jovem interessado na actividade política local, aguardo pacientemente o meu free-pass, com meet&greet, e acesso ao backstage, mesmo junto às meninas do calendário Pirelli. Prometo que os detalhes sórdidos ou eventuais episódios de violência ficam para as minhas já célebres memórias póstumas.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Comunidades Intermunicipais, JS e Américo 2013
1. Mais Estado?: Assinado o compromisso de
reforma da administração local e pressionado pelo calendário da Troika, o
inestimável ministro Miguel Relvas e os seus bem pagos assessores, imbuídos num
espírito reformista, sentaram-se num gabinete e, de régua e esquadro na mão,
toca a dividir o país. Apelidaram este projecto de: Novo Regime Jurídico das
Autarquias Locais. Um nome juridicamente pomposo para a vetusta ideia da
transferência de competências do poder central para o poder local. Para atingir
tal desiderato, propõem a criação de um corpo intermédio: as entidades
intermunicipais. A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP),
liderada pelo estimável Fernando Ruas, rejeitou por unanimidade esta proposta,
contra-argumentando com a previsível perda de competências autárquicas e com a
redução da capacidade de gestão de dinheiros públicos por parte dos seus
associados, em benefício destas novas entidades. Num sinal de lucidez
democrática, o representativo Fernando Ruas e a ANMP defendem que a liderança
destas comissões deve ser legitimada através de sufrágio universal e directo.
Neste último ponto, eu apenas acrescentaria a exigência da limitação de
mandatos: dois, a exemplo do Presidente da Nação. Mas o que são estas
comunidades intermunicipais? Velhos Governos Civis com nova nomenclatura e
novos poderes? Segundo o semanário Expresso, estas comissões representam pelo
menos uma centena de lugares a serem estreados e liderados por um primeiro
secretário com um ordenado na ordem dos 4000 euros. A figura do primeiro
secretário, ao invés do ex-governador civil, não será meramente decorativa, vai
receber os poderes tributários municipais e ter capacidade de distribuição dos
dinheiros públicos nacionais e europeus. Estas comissões em relação aos
extintos governos civis ganham um novo poder, o aliciante poder do dinheiro.
Neste contexto, além das autarquias também as Comissões de Coordenação e
Desenvolvimento Regional serão esvaziadas de competências e relevância
local. Numa época de aperto financeiro, este lugar de primeiro secretário será
apetecível, logo disputado a nível político. À primeira vista estes lugares
parecem talhados, pelo alfaiate Miguel Relvas, à medida dos dinossauros autárquicos,
homens de costas largas entretanto impedidos de se recandidatarem aos lugares
em que se eternizaram. Estas comissões serão uma segunda vida que
o apparatchik, Miguel Relvas, dá a quem, sobrevivendo do aparelho, não
quer uma reforma banalmente chata ou ao fim de tantos anos ainda alimenta
alguma réstia de ambição política. Por saber está o tamanho destes órgãos e
quanto nos vão custar, pois quem paga a factura já sabemos.
2. JS: A JS Viseu fez o trabalho de casa e,
como bons alunos, tiveram a recompensa merecida. Durante 3 dias (2, 3, 4 de
Novembro), reuniram 800 jovens socialistas em congresso nacional na cidade de
Viriato. Em termos nacionais deste congresso saiu uma nova direcção e foi
aprovada a moção global para o próximo biénio. A nível local, além dos eleitos para
a comissão nacional e para o secretariado nacional, fica a intervenção de José
Pedro Gomes, durante a discussão da moção global de estratégia, sobre a cidade
e o fim de ciclo a que assistimos. Não renegando a obra feita, o líder da
concelhia, alertou para o facto de muito estar por fazer do ponto de vista
social, económico e cultural. Reforçou a necessidade de novas políticas, de se
avançar com o Conselho Municipal da Juventude bem como com o orçamento
participativo. Ainda teve tempo para criticar a política do subsídio e, tal
como grande parte desta geração, espera que os próximos anos sejam de afirmação
desta cidade como líder no plano nacional. Até aqui temos um bom evento,
eleitos locais, um bom discurso e bastantes bandeiras a abanar. O que falta?
Falta uma jota nas ruas, uma jota interventiva ao lado dos mais jovens, uma
jota com agenda activa.
3. PSD: Na Praça do Município, à medida
que a ideia Américo 2013 ganha força, Guilherme fica sem margem. Manter-se relevante,
na narrativa política, pode ser mais complicado do que cumprir os doze
trabalhos de Hércules.
In: Jornal do Centro
In: Jornal do Centro
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
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