Obrigado Cesário... a minha avó também adora o grande Roberto! Obrigado por ter aquecido o coração à minha velhota.
terça-feira, 22 de maio de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
domingo, 20 de maio de 2012
Cultura ligeira
Qualquer cavalheiro sabe que boa companhia feminina, ao assistir a uma exposição, espectáculo ou cinema faz toda a diferença. Em diversos eventos, dependendo da companhia, já fiquei com a sensação de estar a assistir a algo majestoso ou simplesmente a algo trágico-cómico. Foi o que me aconteceu este fim-de-semana. Em boa companhia, deambulei (verbo adorado por poetas e restantes adeptos do ócio), no Centro de Arte Moderna da Gulbenkian, pelas exposições: "Josef Albers na América" e "Pequeno Almoço sobre Cartolina", ao sair senti que a excelência pode estar ao alcance de um pincel. Chegado a Viseu, descubro que o museu do Quartzo, devido a problemas orçamentais, está fechado ao Sábado. Acredito que Fernando Ruas, sendo um cavalheiro, está equivocado relativamente à solução. O problema não é o valor do acervo ou a rentabilidade do mesmo. O problema, é bem mais prosaico, é a companhia. Exmº Presidente não corte na cultura, troque de companhia, substitua a vereadora. Verá que tudo melhora.
Viver debaixo do tapete
O "Saco do lixo" avança que Almeida Henriques, não estando a cumprir com a tarefa que tem em mãos, terá apoios para se candidatar à C.M.V. O que o Expresso nos diz, resume-se em duas frases: Para Passos Coelho o secretário de Estado é fraco. Para o eleitor de Viseu, o mesmo secretário de Estado, é bom. Partindo desta simplificação podemos apesentar vários problemas. Será que o líder da concelhia está disposto a aceitar um candidato "despachado" do governo? Guilherme Almeida não opta por um candidato forte como Carlos Marta? O eleitor de Viseu aceita, de bom grado, quem foi "varrido para debaixo do tapete"? Será que Hélder Amaral, perante uma candidatura desta natureza, finalmente decide arrastar o canhão para o comício e ocupar o espaço do Centro-Direita?
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Os Parolos
"Embora nunca se tenha descoberto para que servem, a verdade é que há parolos em todos os países do mundo. A história demonstra que são inextermináveis." Viseu não é excepção às palavras de Miguel Esteves Cardoso. O parolo local, qual mosca, vive numa dialética (Tomei nota Ruas, tomei nota!) entre o fascínio, em tons de néon, do centro comercial e o irredutível apego ao carro. Podem crer, de morcões este blogger já teve a sua dose diária!
O candidato socialista
Em breve, a concelhia socialista, irá a debate. Uma das perguntas obrigatórias, a fazer aos contendores, será: "Qual é o seu candidato à C.M.V?". Provavelmente, por diversas razões, ficaremos sem resposta. Se eu fosse candidato à concelhia teria na cabeça o nome de João Azevedo (autarca de Mangualde). João Azevedo conseguiu dinamizar Mangualde, rodeou-se de uma boa equipa, aposta nas pessoas e, tal como um ovo kinder, tem um brinde: consegue ultrapassar Ruas pela esquerda e pela direita. Mas dificilmente esta candidatura verá a luz do dia. João Azevedo sabe que se arrisca a perder Mangualde, sem estar certo de vencer Viseu. Não há nada pior, para uma carreira política, do que cair no vazio. Ruas também sabe isso!
O candidato conservador
No CDS-Viseu, desde a demissão de Rui Santos (domingo), vigora o silêncio. Como todas as crises, esta tem solução. Hélder Amaral deve arrumar a casa e nas autárquicas apresentar um Boris Johnson local. Alguém sem medo de emitir opinião, disposto a avançar com ideias ousadas, que assuma o conservadorismo e milimetricamente pronto para o combate político. Sendo a capital das beiras uma terra conservadora, o CDS-Viseu não pode assumir como seu um eterno terceiro lugar, entre os partidos mais votados.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Distrital PSD
Caro José Moreira,
Como sabe, a tribuna sempre foi o seu principal apoiante. Neste momento, em que se levantam dúvidas sobre a honestidade do seu adversário, a tribuna reforça o seu apoio. Em nome da coerência que regrou toda a sua vida política, espero que compareça e mostre que é alternativa.
Como sabe, a tribuna sempre foi o seu principal apoiante. Neste momento, em que se levantam dúvidas sobre a honestidade do seu adversário, a tribuna reforça o seu apoio. Em nome da coerência que regrou toda a sua vida política, espero que compareça e mostre que é alternativa.
Um abraço fraterno.
Miguel Fernandes
A Tribuna de Viseu
Da ética
Caro Guilherme Almeida,
Um abraço fraterno.
Miguel Fernandes
A Tribuna de Viseu
Como sabes, a tribuna sempre foi o teu principal apoiante. Neste momento, em que falsos testemunhos se levantam sobre a tua honestidade, a tribuna continua contigo. Estando inocente, perante tais notícias, tens duas opções éticas: Ou rapidamente esclareces tudo ou, com a mesma velocidade, te demites de todos os cargos políticos que ocupas.
Um abraço fraterno.
Miguel Fernandes
A Tribuna de Viseu
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Onde Ruas não tem nome
O calendário aponta 1987, os U2 lançam o album "The Joshua Tree". Bono (que veio ao mundo no Rotunda Hospital) garante que conhece o sitio onde Ruas -"O Rei da Rotunda"- não tem nome. Para todos os efeitos, em 1987, Ruas era um desconhecido. O Ruísmo teve de esperar até 1990, para sair das streets do desconhecimento. Em 2013, saberemos se o seu nome ultrapassou as muralhas da sé ou apenas é um fenómeno local.
As voltas de Viseu
Volta e meia, nas minhas voltas, o meu caminho cruza-se, em ângulo perpendicular, com uma ou outra testemunha de Jeová. Por norma as senhoras, com idade para serem minhas avós, sorrateiramente metem conversa, invariavelmente um panfleto sobre Jeová acaba nas minhas mãos. Eu, não crente dou luta, esbracejo, faço birra, tento explicar que a minha alma não tem salvação possível. Adianto que se estiverem atentas ao Mapa do Inferno de Dante, a minha alma, no seu caminho para o inferno, é facilmente identificável. Sim, eu estou lá e não há volta a dar. Acaso chegue a minha hora de ser salvo, espero algo glorioso. Espero um pregador vindo de um outro mundo. Um pregador expressivo, na posse de orgulhoso bigode e cachucho em ouro de lei. Na hora da revelação, apenas exijo um pingo de dignidade religiosa!
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