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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Do alto da Sé



No interior, apesar de todas as dificuldades, há quem lute para atingir a excelência, há quem acredite que o futuro também passa por aqui e saiba que não devemos baixar os braços. Parabéns à Casa da Sé.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Ruas de Viseu


Uma cidade sem oposição (clandestinidade?), logo sem chatices. Obrigado Ruas!

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Ruas de Viseu

Apesar de toda a modernidade, de shopping, Viseu continua a ser PoPular. Obrigado Ruas!

terça-feira, 26 de junho de 2012

Ruas de Viseu


Entre diversos e aprazíveis aromas, a cidade cheira a tília. Obrigado Ruas!  

Ruas é fixe!




Não conhecendo pessoalmente, tenho a ideia que Fernando Ruas é simpático. Diria mesmo, um porreiraço! De outro modo, como se justifica que passe horas a trautear The Raconteurs? Ainda hoje -enquanto pensava no futuro do PSD local- repetia com vigor:


"...How you gonna top yourself
When there is nobody else
How you gonna do it by yourself
Cause i'm not gonna be here to help you

How you gonna do it alone
When i don't pick up my phone
I'd love to give a dog a bone
But i´m not gonna stick around to help you..."

Esqueçam Soares. Fernando Ruas é Fixe!


sábado, 23 de junho de 2012

S. João

                     
Numa época de mediatização dos "chefs superstars", em que qualquer restaurante sonha com uma estrela Michelin (Nobel gastronómico), nada melhor do que voltar ao básico.... S. João, sardinha na brasa, broa trambela, tinto do Dão e Ramones a abrir!

quinta-feira, 21 de junho de 2012

O elefante na sala

Não liguem ao estilo, ultrapassem os tiques, relativizem as acções. Falamos quando o elefante estiver na sala!

Viseu em Live Streaming

                     

Viseu cada vez mais parece uma grande metrópole. Será que no Rossio ouvem os tiros, oriundos da Balsa, em stereo?

quarta-feira, 20 de junho de 2012

CDS-PP

Nas ruas da cidade, da esquerda à direita, existe a ideia que o epitáfio político do CDS local (PP para os amigos) está escrito. Fica o esboço: "Nascido em 74, herdeiro da democracia e do 25 de Abril. Foi um  jovem forte e sadio até 1989, altura em que foi acometido pelo vírus do Ruísmo. Acabou por perecer à boca das urnas em 2013, vítima de uma maleita conhecida por centrão. Em vida, os adeptos de Burke acusavam o partido de ser demasiado Liberal, já os apaniguados de Locke apontavam o dedo ao seu excessivo conservadorismo. No entanto, para o povo deste início de século, tudo se resumia a Hélder Amaral!"

terça-feira, 19 de junho de 2012

Entre 90 e o século XXI

Os lideres partidários (militantes no caso socialista) deparam-se com uma questão:

1- Repetimos os crónicos candidatos-relíquia-do-caciquismo ou Viseu pede mais?

A resposta é óbvia. Apenas peca por tardia!

segunda-feira, 18 de junho de 2012

O optimismo em João Azevedo

Não me interpretem mal, sou um optimista. Em terra de pessimistas, um optimista faz falta.... mas com moderação!

O Big Bang da pequena política



Big Bang Big Boom é uma abordagem, não-científica, à teoria da evolução. Pequena visão do grande mundo é a abordagem local, não-cientifica, ao Big Bang do caciquismo. 

domingo, 17 de junho de 2012

Condenados


Confirma-se a prisão perpétua para o réu.... estamos condenados a cumprir Viseu!

sexta-feira, 15 de junho de 2012

O que se segue? (Jornal do Centro)

                               

                                      


1.       Interlúdio socialista: Resolvida a questão da liderança, nos próximos meses o socialismo local viverá numa aparente, mas tumultuosa calma. A militância reconduziu, de forma inequívoca, Lúcia Silva no cargo de líder da concelhia, num acto eleitoral que será recordado como um case study à medida da sociologia política. A candidata colheu os frutos de ter desenvolvido uma campanha discreta, competente no tom e eficaz na acção. De Filipe Nunes, fica a promessa de uma geração com futuro. Entre alguns dos seus apoiantes, é perceptível a existência de uma certa juventude com vontade, qualidade e maturidade para se afirmar no universo socialista. O próximo momento político será a realização das eleições primárias internas. Com excesso de egos inflamados, estas eleições afiguram-se como uma montra de vaidades socialistas. Do militante é esperado que realize uma leitura em dois planos distintos. Por um lado terá de escolher o candidato que melhor represente o partido, por outro terá de escolher o candidato que dê melhores garantias no processo autárquico. A tragédia, aqui, reside no facto de existir a forte possibilidade de estes dois planos nunca se cruzarem, tanto no tempo como no espaço. Não é linear que uma vitória interna, por mais meritória que seja, se reflicta nas autárquicas. Neste momento a única certeza de muitos socialistas é que desse Cálix não beberão, no entanto, em política, toda a prudência é pouca.

2.       Dúvida conservadora: Pode um conservador não sentir certa nostalgia relativamente aos resultados eleitorais do pré-Ruísmo? E o que espera esse conservador do próximo candidato autárquico? Em terra conservadora para recuperar votos ao PSD e ao PS, Hélder Amaral parece a escolha óbvia. Haverá espaço para uma alternativa? O CDS está condenado a ser o partido de uma pessoa só? Optará, o CDS, a exemplo de Paulo Portas com Assunção Cristas, por recrutar, a massa crítica que lhe parece faltar, na “sociedade civil”? Em breve teremos todas as respostas. A direita, para sair vitoriosa, terá de ser capaz de congregar o voto dos conservadores de sempre, dos órfãos do Ruísmo e dos desiludidos do socialismo, agradar ao mundo urbano sem descurar o mundo rural. Dessa candidatura espera-se que não ceda a excessos líricos ou de análise, que apresente um discurso claro e rigoroso e que se liberte da efemeridade a que a vida política está sujeita. Tudo a seu tempo. Para já importa, em primeiro lugar, perceber se apenas Hélder Amaral será capaz de realizar esta missão ou, em alternativa, existe um Boris Johnson, local, com capacidade para abanar as fundações do centrão.

3.       O Ruísmo envelhece mal: Nas ruas da cidade, os sinais exteriores de decadência são óbvios. Algo indica que assisto ao fim de uma época. Caem as cortinas sobre o Ruísmo. O que sobra de Viseu? Na Rua Formosa, entre espaços comerciais devolutos, é impossível não reparar no Mercado 2 de Maio semi-abandonado. Já na Praça da República um café-esplanada, de referência, fechado, ao lado o Museu Almeida Moreira suspenso no tempo. Quem se responsabiliza pela destruição do nosso património colectivo? Uma cidade que não respeita o seu passado dificilmente terá futuro. 




terça-feira, 12 de junho de 2012

segunda-feira, 11 de junho de 2012

sexta-feira, 8 de junho de 2012