segunda-feira, 16 de junho de 2014

O meu 2 de Maio

Calma, não vamos exagerar! O PCP terá uma certa razão não mais que isso. Apenas uma certa razão*. No entanto, bem vistas as coisas, esta "certa razão" contribui mais do que a "não manifestação" dos "amigos dos americanos" e dos "reaccionários".
 
Num plano mais curto, os camaradas têm razão ao criticar o atentado paisagístico. Sim, atendendo às circunstâncias, arrancar uma árvore é um atentado. O carrossel [que por falta de dinamite não me atrevo a classificar] poderia ser localizado em qualquer outro espaço, sem levantar qualquer tipo de problemas.
 
Num plano mais alargado, a ideia de uma praça é precisamente a ideia de um espaço aberto. As cidades também são os becos, mas são essencialmente os seus espaços abertos que apelam à memória colectiva e a uma ideia de comunidade. Cobrir o espaço será um erro, por isso o arquitecto lá "plantou" as árvores. A sombra natural e enquadrada na paisagem é uma obra em progresso, requer tempo.
 
Uma ideia de Praça 2 de Maio seria tirar as barreiras (o gradeamento) e assim deixar as pessoas fluir mantendo o pórtico como referência histórica.
 
O facto de ainda não existir uma ideia final do que queremos para a Praça e já se tomarem decisões que têm um impacto definitivo no espaço é que me parece preocupante. Pensar as cidades a mais de 10 anos é tanto obrigação dos executivos como dos arquitectos.
 
* A minha discordância assenta essencialmente na ideia da arrogância de destruir sem consultar o autor.

28 comentários:

  1. Miguel, estamos plenamente de acordo. E quem procura pensar a cidade e conhece a sua dinâmica chegará rapidamente à mesma conclusão. Que o mercado 2 de Maio precisa de intervenção imediata é também uma certeza que Ruas nunca teve coragem de admitir. O problema de falta de ideias e projectos é que começa a ser assustador nesta equipa. Não estranharia que estas ideias chegassem de um competente agente de propaganda, que na falta de ideias dos que as deviam dá papaias sobre o que vê. E o executivo de vistas curtas acha que sim.Não me admira que a base de comparação seja a rotunda da Boavista. Mas a rotunda da Boavista é diferente do mercado 2 de Maio e um carrossel, no meio é ridiculo. Alguém que explique a essas almas que não faz sentido algum. Há mais indicadores de que algumas ideias, idiotas, também tenham a mesma génese geográfica. Geográfica, apenas a titulo de observador, nunca de especialista, um mero agente da propaganda municipal. Isto preocupa-me. Preocupa-me que se pense em investir dinheiro de todos nós num hostel que pode funcionar no Porto, mas que não tem como funcionar em Viseu, porque simplesmente será um fiasco. Será o funicular de Almeida Henriques. Se Viseu tivesse um presidente com ideias e um executivo preparado para pensar a cidade a mais de 10 anos nunca, em tempo algum, permitia que um agente de comunicação fizesse um brilharete com ideias importadas de pouco mais de 1h de distância. Quer outro exemplo? A ideia das ligações aéreas. É bom para a comunicação e chega das low costs do Porto que muito dinamizou a região. E quem explica ao autor da ideia, ou quem as aceita sem questionar, que um Cessna é diferente de um Boeing ou de um Airbus. Capiche?

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    1. Meu caro, a essa lista "made in porto" apenas faltou acrescentar uma cobertura a exemplo do Ferreira Borges. Reduzir Sobrado a um mero agente de comunicação é um understatement.

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    2. E também não é por acaso o número de referências no "Porto canal" das manobras de propaganda do actual governo municipal.

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  2. Suponho que não cortaram a arvore e a levaram para outro local?
    Não é preciso ter mais que dois dedos de testa para ver que o local escolhido é não é adequado. O arquitecto Siza Vieira deve ter "enjeitado" a obra. Por estar farto de aturar gente de gosto duvidoso.

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  3. Miguel, o seu texto está cheio de equívocos. Não há qualquer atentado paisagístico. O arranque da árvore está previsto na página 2869 da obra Gestão e Marketing Estratégicos das Cidades: O Caso da Cidade de Viseu. E nela tb se prevê a instalação do carrossel. Só a não leitura ou então uma leitura desatenta, pode explicar que defenda que não existe uma ideia final para a Praça e que não se pensa a cidade a mais de 10 anos. Desta vez acho que deve um pedido de desculpas.

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    1. Grato pela correcção. Devido a um trauma salto tudo o que esteja de uma forma ou outra relacionado com o número 69, isto inclui grandes obras. Desde já as minhas desculpas.

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  4. Vamos ver se são teimosos e continuam com o erro ou se abrem os olhos e tiram o carrossel de lá. O Parque Aquilino Ribeiro é o sitio ideal.

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  5. O que nasce torto tarde ou nunca se endireita !
    Pessoalmente em relação ao mercado 2 de Maio de que tenho as melhores recordações e Centro Histórico (CH) o que se me apraz dizer é o seguinte :

    Cobrir a estrutura será mais um erro dispendioso pago por todos nós, o que poderia ser feito de imediato seria alterar o piso de calçada no centro do piso "inferior" por um mais confortável para quem anda a pé, que poderia ser similar ao colocado nos acessos ao centro histórico além de que para ficar "fechado" mais vale ficar em casa.
    Outra sugestão prende-se com o estacionamento ilegal feito por muitos automobilistas ao lado da loja Good Vibes e Praça Dom Duarte que deveria ser alvo de acção implacável das autoridades responsáveis porque os acessos ao CH não são fáceis e podem ser facilmente "bloqueados" o que em caso de emergência pode ser muito grave sobretudo devido aos inúmeros imóveis antigos e semi-abandonados existentes no perímetro do CH.
    Penso que a ideia aventada de fazer um estacionamento subterrâneo na área é mais um megalomania e que iria congestionar por vários anos e uma vez mais a área em causa.
    Existe já um estacionamento subterrâneo na Santa Cristina que está subaproveitado e que em circunstâncias normais será a ancora ideal para quem se quer deslocar ao CH além do existente no "novo" Mercado Municipal que se avaliarmos bem situam-se ambos a escassos 5 min a pé da Sé em passo normal ou 20 min em passeio.
    Por exemplo poderia ser criada uma tarifa altamente diferenciada nesses 2 parques de estacionamento para os trabalhadores e detentores de negócios na zona que se estende entre os CTT e a praça do Combatentes da Grande Guerra.
    Em relação aos bares limitar a sua abertura até a meia-noite ás 2ª, 3ª, 4ª, 5ª e Domingos sendo que á Sexta e Sábado ou vésperas de Feriados poderiam funcionar até á 1h da Madrugada e passar as respectivas licenças de funcionamento de modo anual sendo uma das premissas para esse licenciamento seria abrirem também em horário diurno a partir das 10 horas da manhã pelo menos.
    Criar se possível uma linha de crédito para os proprietários de imoveis antigos os recuperarem para Habitação própria ou venda / aluguer com esse fim com uma clausula que obrigue a utilização para esse fim durante pelo menos 20 anos.
    A ideia mirabolante do Hostel é mais uma proveniente de quem só sabe de propaganda e não conhece a difícil realidade do tecido hoteleiro de Viseu e que potencialmente (mas acho que nem isso) só atrairia turistas de pé descalço como se diz em bom Português além de que já existem na área circundante (a menos de 5 min a pé) 4 bons hotéis com preços que não devem ser exagerados e cobrem bem todo o publico alvo para que estão vocacionados.
    Penso que outra situação a alterar é o "comboio" que circula na cidade e apenas serve para congestionar o trânsito nas várias áreas por onde passa pois o verdadeiro conhecimento de uma urbe histórica como Viseu faz-se a pé.
    Outra sugestão importante passa por melhorar a iluminação nocturna em algumas áreas do CH e reforçar o policiamento nocturno como forma de dissuadir o vandalismo e o cada vez maior fenómeno Botelhon que só prejudica o ambiente social do CH e quem tem negócios legalmente constituídos e que paga muitos impostos e taxas camarárias.

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    1. Caro WW,

      concordo sumariamente com as suas sugestões, de facto o CH não é de tão difícil acesso que exija tantos carros por lá estacionados, e ele deveria ser mais "pedonal". A falta do estacionamento que existia onde funciona agora o funicular teve talvez algum impacto nesse ponto, e umas tarifas mais amigáveis na Santa Cristina talvez ajudasse. As restantes sugestões são também bastante pertinentes, e penso que haveriam mais pessoas a subscrever ou pelo menos prontas a discutir.

      No entanto discordo em relação ao Hostel e ao Comboio. Pode até falar em turista de "pé descalço", mas talvez desconheça que esse tipo de turismo está em forte crescimento a nível europeu e Viseu tem fugido disso; pode achar que os preços não devem ser tão elevados para os hotéis circundantes, mas para o público alvo de Hostel certamente o é.

      Em relação ao comboio também não entendo a objecção... o comboio não circula somente no CH, e acho que o trânsito de Viseu não é calamitoso a esse ponto. A mim parece-me um bom postal de visita a um turista de fora para conhecer a cidade.

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    2. A minha objecção em relação á existência do comboio prende-se com o facto de pensar que a verdadeira visita á cidade deve ser pedonal pois só ela cria bulício e com a minha vida profissional me demonstrou gente chama gente e é isso que a cidade precisa principalmente no seu miolo que definhou a olhos vistos com a criação de inúmeras superfícies comerciais que nem por isso constituem alguma mais valia para a cidade, além de que muito fica por ver principalmente no CH e Rua Direita.
      Poderá parecer-lhe que o trânsito não é caótico, eu também não penso que seja, o problema não é a sua fluidez é a maneira como os condutores continuam a desrespeitar o estacionamento, querem sempre levar o carro para cima da entrada, pessoalmente vou tentando deixar o carro "longe" e fazer o meu percurso a pé que normalmente costuma ser muito curto pois a cidade é "pequena".
      A titulo de exemplo cito o novo Palácio do Gelo do qual francamente não gosto, preferia muito mais o antigo, era mais "arejado", mais "simples" e sobretudo muito mais bem enquadrado na paisagem então existente.
      Como alguém diz abaixo a estratégia deve ser pensada globalmente e não por partes devendo ser bastantes reflectidas as opções que se tomarem tendo sempre em 1º lugar os interesses dos cidadãos e dos empreendedores que ainda resistem no CH ou que eventualmente para lá queiram relocalizar os seus negócios.
      Quanto ao hostel terá já abaixo mais um achega acerca do que penso sobre o mesmo além de que continuo a pensar que Viseu já dispõe de ampla e variada (para todas as bolsas e gostos) oferta hoteleira (até demais talvez se considerarmos a existente nas freguesias fora do perímetro urbano) e não necessita de mais especialmente se considerarmos que vai canibalizar ainda mais o mercado.

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  6. Porque nesta câmara continua a não haver Cultura, há lugar para os recreativos. Mas a vereadora existe ou não deixam que exista? É lugar ocupado apenas para cumprir as cotas ou estou a ser injusta com a senhora? Depois de Ana Paula Santana era fácil fazer melhor, no entanto ..

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  7. Comentário (parte A)

    O que nasce torto tarde ou nunca se endireita !
    Pessoalmente em relação ao mercado 2 de Maio de que tenho as melhores recordações e ao Centro Histórico (CH) o que se me apraz dizer é o seguinte :

    Cobrir a estrutura será mais um erro dispendioso pago por todos nós, o que poderia ser feito de imediato seria alterar o piso de calçada no centro do piso "inferior" por um mais confortável para quem anda a pé, que poderia ser similar ao colocado nos acessos ao centro histórico além de que para ficar "fechado" mais vale ficar em casa.
    Outra sugestão prende-se com o estacionamento ilegal feito por muitos automobilistas ao lado da loja Good Vibes e Praça Dom Duarte que deveria ser alvo de acção implacável das autoridades responsáveis porque os acessos ao CH não são fáceis e podem ser facilmente "bloqueados" o que em caso de emergência pode ser muito grave sobretudo devido aos inúmeros imóveis antigos e semi-abandonados existentes no perímetro do CH.
    Penso que a ideia aventada de fazer um estacionamento subterrâneo na área é mais um megalomania e que iria congestionar por vários anos e uma vez mais a área em causa.
    Existe já um estacionamento subterrâneo na Santa Cristina que está subaproveitado e que em circunstâncias normais será a ancora ideal para quem se quer deslocar ao CH além do existente no "novo" Mercado Municipal que se avaliarmos bem situam-se ambos a escassos 5 min a pé da Sé em passo normal ou 20 min em passeio.
    Por exemplo poderia ser criada uma tarifa altamente diferenciada nesses 2 parques de estacionamento para os trabalhadores e detentores de negócios na zona que se estende entre os CTT e a praça do Combatentes da Grande Guerra isto além de uma tarifa similar (ou mesmo mais baixa) ao restante estacionamento efectuado nesses parques para o utente comum.
    Em relação aos bares limitar a sua abertura até a meia-noite ás 2ª, 3ª, 4ª, 5ª e Domingos sendo que á Sexta e Sábado ou vésperas de Feriados poderiam funcionar até á 1h da Madrugada e passar as respectivas licenças de funcionamento de modo anual sendo uma das premissas para esse licenciamento seria abrirem também em horário diurno a partir das 10 horas da manhã pelo menos.
    Criar se possível uma linha de crédito para os proprietários de imoveis antigos os recuperarem para Habitação própria ou venda / aluguer com esse fim com uma clausula que obrigue a utilização para esse fim durante pelo menos 20 anos.
    A ideia mirabolante do Hostel é mais uma proveniente de quem só sabe de propaganda e não conhece a difícil realidade do tecido hoteleiro de Viseu e que potencialmente (mas acho que nem isso) só atrairia turistas de pé descalço como se diz em bom Português além de que já existem na área circundante (a menos de 5 min a pé) 4 bons hotéis com preços que não devem ser exagerados e cobrem bem todo o publico alvo para que estão vocacionados.

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  8. Comentário (parte B)

    Penso que outra situação a alterar é o "comboio" que circula na cidade e apenas serve para congestionar o trânsito nas várias áreas por onde passa pois o verdadeiro conhecimento de uma urbe histórica como Viseu faz-se a pé.
    Outra sugestão importante passa por melhorar a iluminação nocturna em algumas áreas do CH e reforçar o policiamento nocturno como forma de dissuadir o vandalismo e o cada vez maior fenómeno Botelhon que só prejudica o ambiente social do CH e quem tem negócios legalmente constituídos e que paga muitos impostos e taxas camarárias.
    Por ultimo a CMV deveria envidar todos os esforços para que para o CH pudesse ser realocado um serviço estruturante para o cidadão, eventualmente a Loja do Cidadão que infelizmente já perdeu inúmeros serviços e que agora será mais fácil de transferir por isso mesmo mas salvaguardando sempre um possível aumento da mesma devido a afluência ou integração de novos serviços, caso tal não seja possível de certeza que com trabalho atempado e bem realizado será possível atrair um grande investidor privado (Sone Sierra por ex.) que queira em conjunto com a CMV e respeitando os interesses dos moradores e lojistas e demais Viseenses elaborar um projecto imobiliário de requalificação estruturante para a área do CH.

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  9. Num executivo em que até um Guilherme Almeida tem lugar, até Sobrado tem de fazer mais do que lhe compete por falta de comparência dos eleitos. Muita propaganda, da boa, os principais problemas estão identificados mas com muitas soluções idiotas.

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  10. fico contente que por concordar com o PCP Viseu se tenha aberto um debate tão interessante aqui neste espaço :)....pelo menos aqui discutem-se ideias, já no Rossio ou no Solar dos Peixotos não se pode dizer o mesmo....

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  11. Também acho o hostel municipal disparatado. Disparatado não é o hostel se fossem privados a avançar. Disparatado é ser feito com o nosso dinheiro. Já estamos fartos de PPP's e já conhecemos o resultado. A pousada da Juventude não serve esse fim? E quanto ao comboio acho que é bem intencionado e cumpre a função. Falar em criação de complicações de trânsito, numa pacata cidade como Viseu, com um comboio que circula pouco deve ser apenas má vontade. Há algumas embirrações que criamos às vezes sem qualquer sentido. Esta parece-me uma delas.Boa discussão por aqui. Agora o tema principal que é o Mercado 2 de Maio. Mas não está nos planos devolver à sua função inicial. Vá lá, engulam o sapo e deixem-se de andar a inventar. O carrossel não pode ficar ali.

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    1. Muito me diz ,desconhecia o facto de o hostel ser uma iniciativa directa da CMV financiada pelos nossos impostos e com certeza para albergar mais alguns jotas desta vida.
      Pensava apenas que a CMV iria facilitar de algum modo a instalação do mesmo no CH por exemplo cedendo um espaço a titulo temporário (mas com regras bem definidas) ou tentando conciliar interesses de proprietários privados para a sua execução.
      De facto é bem verdade quando se ouve que já não existe vergonha por parte de quem nos governa e o interesse publico é apenas uma nota de rodapé nos seus objectivos.

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    2. Tenho quase certeza que li algures que seria um concurso público para construção e exploração... e utilizar um edifício público numa atividade que gera turismo (porque um hostel gera turismo) no CH ainda mais junto à futura incubadora... honestamente vejo com muito bons olhos, mas isso é a minha opinião, a de um frequentador de hostel :)

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    3. Tenho quase certeza que li algures que seria um concurso público para construção e exploração... e utilizar um edifício público numa atividade que gera turismo (porque um hostel gera turismo) no CH ainda mais junto à futura incubadora... honestamente vejo com muito bons olhos, mas isso é a minha opinião, a de um frequentador de hostels :)

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    4. Uma nota adicional, sou também da opinião que um hostel não entrará em competição com a restante oferta, até porque como já referiu, o público alvo é diferente

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  12. Jorge Sobrado continua começou a encher a cidade de pendões, depois vieram os horários do comércio, depois os autocolantes para os táxis e agora mandou plantar tabuletas a dizer que Viseu é verde.
    Quando chegarem os emigrantes é que vai ser bonito!

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  13. Meus caros: AH abriu uma clareira para a discussão do CH que não poderemos ignorar. Coisa que Ruas nunca seria capaz de fazer; ouvir não era com ele. E não creio que esta abertura seja para inglês vêr!

    Chamados que somos a dar os nossos contributos, vamos a eles, discuti-los aqui ou noutros fóruns, mas vamos a entregá-los no local próprio, e obriga-los a pensar e fazer no CH o que os viseenses mais quem lá vive entendam por melhor. Nisto, como noutras ações, Ruas já está a muitas léguas!!!

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    1. É de facto uma boa iniciativa que Ruas nunca seria capaz de fazer. Isso é positivo. A ver vamos se há algo concreto que sirva para os próximos 10-20 anos ou se será apenas para ganhar as próximas eleições.

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  14. O CH necessita de ser pensado como um todo, discutir a praça, sem dicutir o novo mercado, a rua direita, o comercio, o rossio e a habitação não me parece fazer sentido pois todos estes espaços/factores interagem entre eles. No caso da praça para mim parece evidente que este tem de ser um espaço aberto em que o factor natureza (árvores e um jogo de àgua) tem de estar presente. Cobrir o espaço parece-me um erro grave.

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  15. Tá a ver, Miguel, o que eu lhe dizia: vale sempre a pena regressar e se os comentários forem desbloqueados em tempo útil a malta não perde a "pica" e motiva-se a comentar. ;-))

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  16. ah, eu também tenho uma opinião sobre a praça do mercado, mas agora não tenho tempo para grandes dissertações. E também acredito que o AH era capaz de fazer um bom trabalho se ouvisse e se se rodeasse de gente com competência, experiencia e sabedoria.

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  17. O inicialmente seria um local aberto mas a câmara por razões de segurança terá mandado fechar o espaço .Encher o espaço de actividades efémeras já foi tentado e sem resultado. Falta saber se Siza Vieira deixa destruir a sua obra?
    Talvez já a tenha rejeitado. Imagino o que ele pensará das floreiras!

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  18. Aquele carrossel, naquele espaço...........enfim, é incompreensível. Simplesmente patético.

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