sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Campónios iletrados


Ora este campónio, que ainda esta semana mostrou simpatia pelo "antigo presidente", gostava de perguntar ao senhor Luciano Amaral que parte dele é iletrada.  

6 comentários:

  1. Comentário muito infeliz do Luciano porque em Viseu, como em todas as terras, há gente de muita e pouca cultura. Mas quem nos envergonha é Fernnado Ruas com as tristes figuras que faz. Depois sucedem destas coisas!

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  2. Claro que o diretor não lê tudo aquilo que é escrito no jornal que continua a ser de longe o mais vendido em Portugal. É não líder pela qualidade jornalística mas sim porque é o preferido de gente pouco letrada. O Sr. certamente não comprará, nem lerá esse jornal. Tratando-se de um artigo de opinião o seu autor é o responsável pelo seu conteúdo e quem se sentir ofendido que processe o jornal e o articulista. Mas repare bem se quem se deixa enganar por Fernando Ruas, a distribuição dos cheques antes ou depois da celebração da Missa, não merece ser incluído na classe dos campónios e iletrados?
    Foram as atividades do ainda presidente da câmara que levaram a esta polémica e Fernando Ruas, continua a afirmar que irá continuar a entregar donativos como sempre o tem feito (?) sem dar ouvido às críticas.

    A. Costa

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    1. O que é pop vende, é uma lei da vida. Se fosse campónio seria com orgulho e se fosse iletrado já devia conhecer os senhor Luciano Amaral o os seus textos, de modo que desvalorizaria o assunto.

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  3. Acabei de ver uma onda de indignação por toda a internet por causa de um texto carregado de ironia...ou sou eu, campónio iletrado, que não consigo ler seriedade num texto que é sério?

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  4. http://vouguinha2.blogspot.pt/2013/08/os-camponios-iletrados.html

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  5. Acrescento que talvez a linguagem pudesse ser outra ou então o texto poderia ser "adornado" com algo que tornasse mais óbvia a ironia e que o fizesse parecer menos sério.
    Ainda assim, não quero acreditar que um professor universitário (não me dei ao trabalho de investigar onde ensina o quê), colunista do jornal mais lido do país, fosse escrever uma alarvidade daquelas de uma forma séria.

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