quarta-feira, 21 de março de 2012

Humor & Livros

"Cliente: - Queria as Obras Completas.
  Livreiro: – De quem? por favor.
  Cliente: - O quê!... Não me diga que há mais de que um livro com o mesmo título?"

Para quando três ou quatro livrarias independentes com obras de referência na Capital das Beiras?

6 comentários:

  1. Quando houver quem compre os livros e permita que o negócio sobreviva, naturalmente.

    Rui Pedro

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    1. Seja bem-vindo Rui Pedro.
      Infelizmente a pergunta era retórica e digo infelizmente porque simplesmente não estão reunidas as condições para que tal aconteça. Se me sair um euromilhões trato disso!
      Volte sempre, este espaço também é seu.

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  2. Deixe-me adivinhar...
    O cliente é o proprietário de um espaço cibernético com localização tão privilegiada, que de lá se pode observar Viseu da tribuna.
    O livreiro é um colaborador de um espaço comercial com diversas valências, entre elas livraria, situado ali já quem sai para Nelas, com o nome igual ao de uma antiga marca de ar condicionado...

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    1. O texto é ficcionado, não é da minha autoria.
      Eu sofro de uma certa alergia a espaços comercias só frequento em último recurso. A minha relação com esses espaços é parecida com a relação que tenho com o microondas, sei que está lá mas evito usar! Já a livraria, concedo que fazia falta um espaço desses em Viseu e por vezes faço algumas encomendas. Não sendo o meu espaço de eleição para comprar, ver/sentir as novidades ou relíquias do mundo livreiro, não deixa de ser importante para a cidade que ela exista. Mas como em tudo, concorrência que tenha uma outra visão sobre o mercado é necessária.
      Abraço

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  3. Então e o projecto da Livraria da Praça, como vai?
    A cidade é demasiado pequena para poder permitir esses "luxos".

    Rui Pedro

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