sexta-feira, 16 de março de 2012

Da Literatura



Quem disse que não há vida nos livros ?

3 comentários:

  1. "Não há nada como um livro verdadeiro".
    Não posso deixar de concordar. O entusiasmo por tê-lo nas mãos acabado de comprar e a antecipação de desvendar aquilo que ele tem para nos revelar. Sentir-lhe a textura e o cheiro do papel novo. Fazê-lo, depois, sentir-se parte da nossa biblioteca, no meio de outros tão iguais, mas tão diferentes.
    São sensações muito boas!
    Mas os livros verdadeiros começam agora a ter a concorrência dos seus homólogos digitais. Que até são mais baratos. E que ocupam menos espaço (aliás, nem espaço físico ocupam!). E que são mais práticos de levar em viagem (onde cabe um livro verdadeiro, cabem centenas de digitais). E que não apanham o pó que tanto nos desagrada ter que limpar. E que não são mais um "fardo" que tem que se carregar se tivermos que ou quisermos mudar de casa. E que, já agora, não menos importante, não precisam de tinta e papel, o que, nestes "verdes tempos" é bem mais "politicamente correcto" (e nestes casos a "correcção política" é muito apreciada!).
    "Não há nada como um livro verdadeiro".
    Num ápice, dou conta que de que isto é verdade, para o bem e para o mal.
    Bill Gates dizia, há uns anos, que todos deveríamos desenvolver um sistema nervoso digital.
    No que toca aos livros, já projectei o meu, mas ainda não o pus a funcionar.
    Irei gostar dos resultados? Logo se vê. Não custa experimentar. Mas creio que sim. Ainda que até um certo ponto me custe admitir, tenho muita vontade de gostar.

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  2. Boa tarde,
    Pessoalmente continuo a preferir livros em papel. E por falar em pó, em breve farei uma visita à Pó dos Livros, o meu "dealer" preferido. Pena que por Viseu não seja fácil encontrar 3/4 livrarias independentes de referência. Quanto tiver um exemplar da sua obra, não se acanhe e envie!

    Abraço, é um prazer ter a sua visita.

    http://livrariapodoslivros.blogspot.pt/p/livraria-po-dos-livros-moradas-e.html

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  3. Livrarias independentes e já agora, porque não, alguns alfarrábios.
    Mas já se sabe, nesta e em muitas outras coisas, Lisboa é um país dentro do país.
    Mas o tal "digital" que abordei no meu primeiro post aproxima-nos de tudo. Ainda há pouco meses mandei vir uma série de livros de um alfarrábio de Lisboa, os quais pensava já não conseguir obter noutro qualquer lugar, alfarrábio esse que descobri na web. Talvez conheça, mas como retribuição pela sua partilha, aqui vai o link:

    http://www.livrilusao.com/

    Talvez os haja melhores e com mais oferta, mas este já me foi muito útil!

    Aproveito para deixar um esclarecimento que se impõe.
    Julgo que terá entendido mal - porque também, admito, me expressei mal - a minha frase "No que toca aos livros, já projectei o meu, mas ainda não o pus a funcionar."
    Quando dizia "já projectei o meu" referia-me ao tal sistema nervoso digital, o que significa, neste contexto, que tenho intenção de experimentar livros em versão digital.
    Quanto a escrever mesmo um, receio não ter sido bafejado com talento para tal. Ainda que tenha pena! :-)

    Abraço e continuação de bom fim-de-semana!

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