terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O fim da "não" campanha


Já falta pouco. Muito pouco, para descer a cortina. Certo é que, dificilmente, o futuro de Viseu será afirmado ou existirá mais sociedade ou melhor partido.

Ps: Se não causar incómodo, os média locais, poderiam referir que, simplesmente, não houve debate? Uma nota de rodapé. Será pedir muito? Se o problema é falta de espaço, proponho que encaixem a informação  no meio do obituário. Não dá trabalho e eu antecipo o texto:

"Campanha, que variou entre fraca e fraquinha, faleceu esta manhã. De acordo com o médico legista, o óbito deve-se a falta de debate. Sabendo da necessidade de debate, livre e aberto, para a manutenção das funções vitais da vítima, os candidatos optaram por protelar a decisão até se chegar a este desfecho trágico. Neste momento decorre uma vigília, de cidadãos anónimos, à porta da sede do partido. Já os candidatos aguardam os militantes, junto à urna, de modo a depositarem os seus votos, sem enganos. Neste momento de consternação, tal como na campanha, não se espera grande choradeira, grandes dramas, grande meditação ou debate. Viveu em silêncio, morreu em silêncio, será recordada em silêncio!"

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