terça-feira, 22 de Julho de 2014

Senhora da Beira

Toda a gente diz: "Isto já não é o Senhora da Beira de outros tempos". Começo a dar-lhes razão! Nem uma linha sobre a principal entrevista do fim-de-semana.


Ps: Falta o link, mas vocês sabem do que estou a falar.

Hey, Sobrado!

- "Sobrado, chama aí o Sr. Dr. Almeida Henriques. Agradecido!"
- "Oh Sr. Dr., não seria melhor fazer aí uma auditoriazita para separar o trigo do joio?"

sexta-feira, 18 de Julho de 2014

O Gang


O Gang dos candeeiros voltou a atacar. Primeiro estes, agora os da foto!

Rede de vias cicláveis

A avançar, a rede de vias cicláveis, é não só uma boa notícia como é uma excelente notícia.


Ps: Sim, leu bem, dois posts quase seguidos a elogiar o executivo. Mas para o leitor não pensar que amoleci para breve prometo um post a malhar na oposição.

quarta-feira, 16 de Julho de 2014

Tchekhov nos Jardins Efémeros

 
Esta noite confesso: Não ia preparado para dar de caras, num edifício lindíssimo no entanto devoluto, com o poeta das vidas fracassadas. E lá estava ele alimentado por um ressentimento, daqueles que só os russos sabem fomentar, preparado para um mano a mano, de sala em sala e através de corredores, numa sequência avassaladora de ganchos de esquerda, de diálogos complexos, tragédias humanas e amores desencontrados; seguidos de poderosos ganchos de direita, de vencidos da vida, decadência burguesa e frustrações sociais. E eu , munido de um forte sentimento de dever, dei luta, fui às cordas por duas vezes e por duas vezes fui assistido por médicos incompetentes já alcoolizados. No fim, com a com a típica resignação dos homens inteligentes caídos em desgraça, fui ao tapete nocauteado por toda a força dos soviéticos. Tudo isto para vos dizer que perdi um incisivo mas também o coração naquele edifício, da Rua do Comércio nº 94,  e a culpa é inteirinha do Tchekhov.
 
 
A não perder nos Jardins do Costume!

segunda-feira, 14 de Julho de 2014

Fontelo, Radial de Santiago & P.U.A

O Alexandre Azevedo Pinto, de forma concreta, recordou-nos que "a melhor cidade para viver" não pode ser só uma marca, ela tem de ter reflexos na vida dos viseenses. Para memória futura fica o texto:
 
"Mata do Fontelo – Parque da Radial de Santiago – Parque Urbano da Aguieira
 
 
 
Todos conhecemos de alguma maneira, como utilizadores e frequentadores mais ou menos regulares, qualquer um dos espaços que assinalo sendo os dois parques obra da ex Polis Viseu.

Os casos que apresento, são hoje importantes espaços de lazer em Viseu mas encontram-se com graves carências de equipamentos, o que subverte a
...sua utilização, apresentando alguns já indícios ou estado de abandono.

Com o Verão a decorrer e sendo predominantemente utilizados neste período do ano, não se percebe como é que a Autarquia ignora esta situação.

Começando pela Mata do Fontelo, não se percebe que o único ponto de apoio (pastelaria e café) situado no seu interior se encontre encerrado. Para além dos inúmeros utilizadores diários que, a correr, a caminhar ou simplesmente a passear naquele espaço verde lindíssimo do Fontelo, todos os dias ele é também visitado (em diversos momentos do dia) por inúmeros turistas que vêm no Comboio que percorre a cidade e que nesse ponto específico pára durante alguns minutos. O encerramento deste estabelecimento, bem como das instalações sanitárias, é motivo de enorme desagrado para todos que por ali andam, criando uma imagem de abandono e de pouco brio daquele espaço.

O Parque da Radial de Santiago, que envolve o Rio Pavia, merece um reparo ainda maior. Como relatou e bem documentou o meu amigo Paulo Neto no seu editorial no Rua Direita, o estado de abandono e vandalismo associado ao espaço é muito preocupante. Estamos a falar de uma das obras mais emblemáticas da Polis, com elevadíssimos custos para o cidadão e que merecia uma atenção diferente por parte da Autarquia. Não se percebe tamanho desleixo.

Finalmente, o caso do Parque Urbano da Aguieira e a envolvente (do início) da ciclovia outra das obras emblemáticas da Polis. Passado já tanto tempo da sua conclusão continua a não existir um projecto público de ocupação funcional para explorar o potencial daquele espaço. Foi bem realizada a componente infra-estrutural da obra mas não se conhecem as propostas de utilização que a Autarquia tem para aquele espaço. Tardam em aparecer.

A marca “Viseu a melhor cidade para viver” a todos nos orgulha, mas convém que ela não comece a ser apenas e só isso…uma marca
."

A cultura não é para meninos!

(Foto: Fernando Carqueja)
E por uns dias estamos no coração de tudo o que acontece entre Berlim e Nova York.