terça-feira, 16 de dezembro de 2014

VSB 2.0


Almeida, este ano tenta mandar pausa de caneco na mão e pellets em brasa. A cena fica mais cosy e o speech do Blackadder da visa, Sobrado my brotha from anoda motha, parece menos fake.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Um apontamento

Caro Dr. Almeida Henriques,
 
Fica evidente que algo vai mal quando alguém como eu lê o texto, de hoje, do Dr. Junqueiro, no Diário de Viseu, e concorda em absoluto com tudo o que foi escrito, da primeira letra ao último ponto. Nunca ocorreu, nem mesmo no tempo do Dr. Ruas. Espero que trabalhe para que isto não se repita, porque o caso é sério. 

O que Viseu (não) tem?

Dito assim não sou gajo para desmentir.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Orçamento Participativo

 
Caro Dr. Almeida Henriques,
 
Venho, por este meio, arrematar os dois próximos orçamentos participativos [2016-2017].
 
Lanço esta ideia imbuído do espírito missionário que sempre me levou a ajudar quem nos governa (particularmente na área da cultura), poupando assim V. Exaª a futuras maçadas; tais como ter de atender às propostas irrealistas que os meus concidadãos teimam em fazer sempre que têm a oportunidade de manifestar a sua vontade sobre como gastar dinheiros públicos.
 
Para esta minha modesta ideia chegar a bom porto, conto com o total apoio do seu executivo, em particular do vereador Guilherme - o meu BFF-, do Dr. Sobrado, bem como de toda a oposição.
 
Saudações natalícias,
 
Miguel Fernandes.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Bem está Almeida Henriques


Bem tem estado Almeida Henriques, ao não ir na conversa de novo rico e desbaratar dinheiro público a mudar de carro de serviço. Seria fácil, para um autarca novo, invocar uma qualquer razão irrealista, como por exemplo gostar do conforto de carros franceses, e assim trocar de veículo. Ao fim de um ano, bem tem estado Almeida Henriques.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Há névoa na cidade

Ao fim de um ano e pouco ainda estamos a tentar delimitar a fronteira entre onde termina a festa e onde começa o raio de acção da política cultural do actual executivo. O que foi divulgado, até à data, é manifestamente curto para uma cidade que se quer o terceiro pólo cultural do país. Ao fim de um ano, a completa ausência de uma linha condutora sobre esta temática é não só confrangedora, para uma urbe que se procura afirmar inter pares, como é reveladora da escassez de ideias que atravessa o actual executivo. Para que não restem dúvidas, património também é cultura, Sr.ª Vereadora.
 
Temos portanto, que ao nível de políticas culturais pouco há a registar, excepto talvez a adopção de um certo estilo "eco-pimba-urbano", com laivos de uma tentativa de apropriação de conceitos preexistentes. Onde já vimos nós um Jardim no centro histórico? Será a imitação mais um sintoma que nos alerta para a total falta de rumo? Por um lado, será demasiado tarde para resgatar Ana Paula Santana do esquecimento? Por outro lado, será demasiado cedo para uma remodelação na vereação?
 
No entanto, este Natal, o executivo parece querer comunicar uma mudança, para tal deixa-nos maravilhados com número de luzes LED. Sim, LED é a luz, do futuro, que vai encobrir, no presente, a total ausência de estratégia, conceito ou ideia de cultura.
 
Neste momento, no centro histórico, a pérola da cidade, o coração da acção é uma gigante tenda-cobertura plastificada onde as magnólias parecem encurraladas e asfixiadas para darem lugar a uma pseudo-estufa de estrelícias e palmeiras cujo habitat natural é tão tropical como a ideia de as cultivar no inverno beirão. Se a ideia pega, para o ano arriscamos a ver os confrades petizes vestidos de tupi-guaranis a levarem a cabo entronizações temáticas.
 
Fazer a diferença a todo o custo, sem um plano claro, não serve a cidade. Fazer diferente só porque sim demonstra a total neurose com a possibilidade que de uma noite de nevoeiro possa chegar, vindo de Bruxelas, o nosso D. Sebastião. E Viseu precisa de tudo menos de um executivo que dança ao som de um disco vindo do passado. Um executivo forte não tem medo do legado que assumiu, respeita-o, mas sabe trilhar o seu caminho sem cair no erro de atirar dinheiro e luz para cima do mau gosto na esperança de que dali surja algo de positivo.
 
Até quando estarão os viseenses dispostos a assistir do camarote a um gasto desnecessário dos seus recursos financeiros e do seu tempo em "manifestações culturais" de segunda na cidade que se quer "A terceira"? 

In: Rua Direita

domingo, 30 de novembro de 2014

Tribunopédia I

Cidade-Região: [nome feminino, derivado do latim civitate e regione; cidade e região quando juntas são palavras de composição morfossintática, sendo de sentido pleno quando usadas separadamente. Pertencendo ainda à classe dos nomes, sub classe de nomes comuns.] "Expressão bengala", usada por políticos do concelho de Viseu, sem necessariamente ter qualquer adesão a uma realidade seja ela geográfica, política, cultural, económica ou demográfica. Exemplo prático: Ao dizer "Vou ali à Cidade-Região!", o sujeito está a referir, a terceiros, a sua intenção de ir ao centro urbano do concelho de Viseu, nada mais do que isso.

sábado, 29 de novembro de 2014

Praça D. Duarte

 
 Caro Sobrado, se não der muito trabalho, envie com a maior brevidade possível os senhores da recolha do lixo à Praça D. Duarte. Acabo de lá passar e percebi que um jardineiro menos consciente despejou por lá entulho, veja que até deixou para trás um portão.

Um grande abraço,
Miguel Fernandes.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Plástico é fantástico!

(Foto do Município)

"Tão bonito. Bora recolher assinaturas pra plastificar a quente as pinturas do Grão Vasco. Humidade, não nos vencerás!"*
 
*Aproveito o comentário de Malter Wartins e faço minhas as palavras de Tochapestana, sôdona Odete, "compra plástico é fantástico, dura sempre muito mais do que tu".