quarta-feira, 4 de maio de 2016

Streetar-te*




Ofereço garrafa de Pedra Cancela e um vídeo potenciador de ego (à Dr. Sobrado) a quem indicar a "parede substituta" que a autarquia vai lixar para descarregar a frustração do núcleo de propaganda.
 
*Streetar-te é o fenómeno que consiste em alguém, no decurso de uma discussão, puxar da cartada "Ruas" contra um Presidente de Município claramente não preparado para ser comparado com o ex-presidente do Município de Viseu. 

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Do it yourself

 
Dr Jorge Sobrado, o "Do it yourself" só funciona no panque, no indie, no garage e que eu saiba, Dr. Sobrado, Almeida Henriques nunca foi indie. Como diz o Dr. Ruas, esse sim um homem capaz de trautear os blues do delta do dão, "é preciso mais concretização e menos anúncios".

sexta-feira, 8 de abril de 2016

sexta-feira, 1 de abril de 2016

quarta-feira, 9 de março de 2016

Municipal Parolismo

 
 
 
Em Português, livre de sotaque viseense, colocaria a seguinte questão: "O que é ser viseense?"
Estou certo que do Rossio não chegaria uma resposta satisfatória, provavelmente ela também não chegaria de outro lugar, é natural. "Ser viseense" significa muita coisa e o seu contrário. "Ser viseense" não é para todos, tem muito que se lhe diga, é um pouco como ser Rebelo de Sousa. É ser contra o acordo ortográfico e falar com sotaque, ao mesmo tempo que se é a favor e se fala sem sotaque. É beber zurrapa do Dão ao mesmo tempo que se elogiam as melhores quintas da região. É assar uma bifana, do porco que se matou em Póvoa de Sobrinhos, porque o  Big Mac não puxa carroça. É elogiar o comercio tradicional enquanto se compra um par de cuecas na Zara porque elas "estão mesmo em conta" e afinal de contas o dinheiro não estica. Ser Viseense é tudo isto, o seu contrário e mais alguma coisa que se queira atirar lá para dentro, mas também é ter orgulho na tradição. E a tradição está aí, na nossa visão do mundo, na nossa etnografia, também no nosso sotaque. Todos conhecemos alguém que fala "achim" e simpatizamos com esse alguém, não nos sentimos vexados por ele, sabemos que somos família de sangue, não temos vergonha dos nossos. Nenhuma região se deve envergonhar da sua cultura. Irmos todos modernos à BTL mas estampar num hoodie -também ele muito moderno- algo como "Em Bijeu não se fala achim", além do provincianismo preconceituoso que revela, só pode significar uma de três coisas:

a) Não ter respeito pela tradição oral - Algo perigoso;

b) Querer ser pós-moderno mas não passar da superfície - O que apenas revela mediocridade;

c) Querer apoucar algum vereador ou outro viseense anónimo - E isso é censurável.


sexta-feira, 4 de março de 2016

Comboio

(Foto daqui)
 
"O comboio não apita duas vezes", sem novidades, fica a dica para título de um possível romance -ah, faltam romancistas para isto ser uma cidade civilizada- ou mesmo do próximo filme do António-Pedro baseado numa terra do interior em que cem mil almas, num apeadeiro apenas existe nas cabeças dos próprios, esperam por um comboio que nunca chegará!

quarta-feira, 2 de março de 2016

B(i)T(e)L(á)


Hoje, na BTL, o Presidente, de facto, Dr. Sobrado a mostrar ao Primeiro-Ministro, de fato, Dr. Costa a obra levada a cabo em Viseu durante este mandato, obviamente, tal só é possível recorrendo à realidade virtual

terça-feira, 1 de março de 2016

Visexit


Viseu gritou independência em relação ao Turismo do Centro, tendo este momento ficado conhecido como "O Grito do Pavia". Se é verdade que o Turismo do Centro, neste momento, representa uma vasta região em que vai de Fátima a Aveiro, passando por Coimbra e Serra da Estrela, menorizando Viseu, não vejo como a cidade possa competir sozinha fora do quadro regional. No entanto, nem tudo é mau, está mais próximo o dia em que nos encontraremos na clandestinidade, entre o Caramulo e a Estrela, a marchar sob a farda do renovado Exército de Libertação na Beira Alta. Orgulhosamente Beiraltinos, Independência ou Morte. Visexit Já!